17 de nov de 2011

Françoise Hardy

 Folk-Yê-Yê-Yê e ambiências 
psicodélicas

Uma das obras mais distintas dos anos 60 é a de Françoise Hardy, cantora francesa.

Primeiro ícone de uma extensa safra de cantoras pop/yê-yê-yê, uma moda que tomou conta da França, Hardy se sobressaiu pela personalidade de suas músicas e de sua atitude introspectiva, transformando-se também em um ícone da moda.



Outra curiosidade é o fato de ser astrológa e ter dado um tempo em sua carreira para se ocupar desse interesse.




O rock psicodélico não marcou presença forte no som de Françoise Hardy, mas também não passou batido. 

                                                 La fille avec Toi


Entre 1965 e 1970, aqui e ali ouvimos uma guitarra mais estridente com um balanço mais solto e cadenciado.


A inspiração do artista visual Guy Peelaert para compor Pravda, La Survireuse (Pravda, a "motoqueira"), um quadrinho pop psicodélico, veio da imagem de Françoise Hardy, o que é outra relação sua com a psicodelia.


De seus discos do fim dos anos 60, Germinal, coletânea de 1970 com material gravado em 1969, possui faixas com aquela guitarra mais estridente e mais solta, além de arranjos um pouco mais experimentais.





Mas antes disso, em La Maison ou J'ai Grandi (1966), um lindo disco folk, alegre e triste, temos a faixa título que apresenta ares psicodélicos

La maison ou j'ai Grandi - 1966

Ma Jounesse Fout le Camp, seu disco do verão de 1967, é considerado um dos pontos altos de sua carreira. 



Fontes
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