19 de ago de 2011

Marianne Faithfull

Folk, Blues, Heroína 
e atitude de rock star
Come My Way - 1965

Cantora inglesa, nascida em 1942, Marianne Faithfull é um dos primeiros ícones femininos do rock, não só em termos musicais mas também por causa de sua atitude e apesar das tentativas de seu empresário, Andrew Loog Oldham, de enquadrá-la no estereotipo de boa moça.


Marianne Faithfull gravou cerca de 6 LPs nos anos 60 e inúmeros singles. Explorou bastante o Folk e por vezes também o Blues.

North Country Maid - 1966
Um disco excelente, com algumas faixas de folk psicodélico.

Teve muito boa aceitação na França, onde fez parcerias com Serge Gainsbourg, um dos maiores ícones da contracultura francesa.





Faithfull é certamente uma das pessoas que melhor viveu os anos 60, participando de vários círculos importantes, no rock, nas artes plásticas e no cinema.



Dona de uma extensa filmografia que vai até os dias de hoje, estrelou alguns cults da Novelle Vague e o filme mágico de Kenneth Anger, Lucifer Rising, além de outras películas underground.

Single do disco Marianne Faithfull - 1965

Em 1969, lança o EP Something Better, em que um dos lados é composto pela faixa Sister Morphine, regravada pelos Rolling Stones em Sticky Fingers.



Esta música fala sobre o drama da Heroína, o qual ela viveu na pele durante os anos 60 e 70.

SisterMORphiNE


No final dos anos 70, após um bom período sem gravar, ressurge com o aclamado álbum Broken English, considerado sua obra-prima.


A partir daí Faithfull retoma sua carreira musical, com alguns discos bem conceituados. No final de 2010 ela lançou Horses and High Heels, seu mais novo trabalho.

Marianne Faithfull em participação no Rock and Roll Circus




Fontes

Nenhum comentário:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Web Analytics